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Genética
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Em uma apresentação à Sociedade de Neurociências em Nova Orleans (Louisiana), os cientistas disseram que as células-mãe extraídas do sangue (chamadas células periféricas humanas, HPB) sobreviveram sem imunossupressão, se deslocaram para o local da lesão e melhoraram a atividade motriz e cerebral dos animais. Conforme Paul Sanberg, professor de Neurocirurgia e diretor de Excelência Geriátrica e Reparação Cerebral da Universidade do Sul da Florida, a movimentação celular foi observada graças à ajuda de uma proteína fluorescente verde visível sob o microscópio. Além disso, os cientistas determinaram que o deslocamento celular aumentou quando as células HPB foram injetadas na área do cérebro apoplética, mas que ainda não estava morta (penumbra isquêmica). Pelo contrário, não foi observada qualquer migração celular quando as células foram transplantadas na área onde já havia sido verificada a morte do tecido. Segundo os pesquisadores, os estudos e suas conclusões apóiam a possibilidade de utilização do tratamento de transplante neurológico em pessoas que sofrem de apoplexias. Essas conclusões mostram ainda que os locais mais adequados para o
transplante de células procedentes do sangue do doador são pontos da
penumbra isquêmica. |
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| EFE | ||||